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Aves migratórias na Serra do Tabuleiro, onde está o Plaza Caldas, proporcionam cores e cenários deslumbrantes

A migração das aves é caracterizada como um deslocamento cíclico, ou seja, uma espécie migratória passa parte do ano em um determinado local se reproduzindo e, após terminado esse processo, a maioria dos adultos e filhotes voa para outro local onde passa outra parte do ano descansando e alimentando-se. Quando se aproxima novamente a época de reprodução, normalmente primavera no sul do Brasil, as aves adultas e maduras sexualmente retornam ao primeiro local para se reproduzirem novamente e reiniciarem o ciclo.

Na região da Serra do Tabuleiro, pesquisadores que desenvolvem estudos científicos na área do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, mediante convênio entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Plaza Caldas da Imperatriz Resort & SPA, têm observado e registrado dois tipos de deslocamento migratórios das aves: o primeiro é o deslocamento vertical, onde aves como tucanos, gralhas-azuis, papagaios-de-peito-roxo, sanhaços-frade, marias-pretas-de-garganta-vermelha, sabiás-ferreiro e outros passam um período do ano no alto das montanhas, normalmente se reproduzindo na primavera e verão e, outro período do ano, outono e inverno, alimentando-se e descansando nos vales ou pé da serra. O segundo é o deslocamento horizontal que envolve maior número de espécies, podendo ser pequenos (migrações locais) e médios (migrações regionais ou neotropicais), onde é comum observarmos aves como algumas espécies de beija-flores, andorinhas, arapongas, tesourinhas, suiriris, bem-te-vis-rajados, bem-te-vis-piratas, peiticas, guaracavas, tuques, príncipes, saí-andorinhas, sanhaços-de-peito-amarelo, gaviões-tesoura, etc, que passam o período de primavera e verão se reproduzindo no Sul do Brasil, frequentemente vistos na Serra do Tabuleiro e, no outono retornam para sua região de alimentação e descanso, normalmente a região norte do Brasil, podendo chegar à América Central e Flórida (EUA) como é o caso do gavião-tesoura.

Convém salientar que outras regiões do Brasil, como o litoral do Rio Grande do Sul, recebem aves migratórias até do Ártico, como é o caso do maçarico-do-ártico e muitas outras espécies de aves migratórias do hemisfério norte. Também ocorrem migrações de aves em todos os outros continentes. Tal fenômeno natural atrai milhares de pesquisadores e observadores de aves (Birdwatchers) no mundo inteiro, mobilizando grande parcela do ecoturismo internacional, aumentando assim a sustentabilidade dessa atividade.


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2021-01-18 19:37:02 - 1610998622
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