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Presidente da ABIH/RS escreve artigo sobre “Não queremos o Aedes no Turismo”

Não queremos o Aedes no Turismo

Abdon Barretto Filho
Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – ABIH/RS

Quando se pretende viajar para uma cidade turística, alguns aspectos são fundamentais. Em primeiro lugar a marca da cidade que é o resultado do posicionamento nas mentes e corações. Convém lembrar que na concepção de uma marca turística é indispensável a parceria com o setor público e a iniciativa privada. Algumas cidades já nasceram com marcas óbvias, por exemplo: Santa Maria, cidade coração do Rio Grande do Sul, por estar localizada no centro do Estado ou ainda, Porto Alegre, Capital dos Gaúchos. Entretanto, outros aspectos também precisam ser destacados como a segurança, a comodidade e os preços dos serviços. No caso da segurança, qualquer informação, fato ou versões de fatos podem afastar os visitantes. A visitante não aceita qualquer ameaça à sua integridade física e/ou à sua expectativa de ser feliz no local que pretende visitar. A segurança garante o ir e vir para atrair visitantes. A segurança em todos os momentos da visita, incluindo os transportes, os meios de hospedagem, os equipamentos e serviços que são utilizados e a saúde pública. No caso do mosquito Aedes aegypti, existe uma ameaça real ao visitante e ao residente. Toda população brasileira está sendo convocada para eliminar o mosquito que vem assustando e prejudicando crianças e adultos. É um mosquito que vive em água parada acumulada, principalmente nos quintais e em outros locais diversos, inclusive pratos de vasos de plantas. Através da picada da fêmea, os vírus da dengue, da febre chikungunya e o zika são transmitidos. Logo, eliminar o mosquito é a única opção para evitar contaminações e até a morte de infectados. É assunto de saúde pública e, por consequência, de interesse à comunidade local e aos visitantes. Logo, ao Turismo, também, porque as visitas são canceladas quando são identificados focos e/ou ocorrências que indicam contaminações de residentes. Além disso, também existem visitantes que são contaminados e trazem os vírus. Neste caso, os meios de hospedagem devem estar atentos aos sintomas dos seus hóspedes como febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e, caso haja dúvidas, devem encaminhar ao posto de saúde mais próximo. Fora mosquito. Não queremos o Aedes no Turismo. São reflexões. Podem ser úteis. Pensem nisso.

Assessoria de Comunicação Social da Rede Plaza de Hotéis, Resorts & SPAs


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