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Recado para a hotelaria: indicadores econômicos mostram redução lenta e gradual da inflação em 2016

Redução da inflação em 2016

Analistas e investidores do mercado financeiro reduziram nesta segunda-feira, dia 21, pela segunda semana seguida a estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A nova perspectiva agora é de 7,43% ante os 7,46% previstos anteriormente.
Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente às segundas-feiras pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. O cálculo inflacionário permanece distante do centro da meta de 4,5% e, neste ano, supera o teto de 6,5%. Em 2017, o limite superior da meta em 2017 é 6%.
A projeção para a taxa básica de juros, a Selic, permanece em 14,25% ao ano, em 2016, e, para 2017, em 12,5% ao ano. Os preços administrados, regulados pelo governo, como a gasolina e o gás de cozinha, tiveram suas estimativas reduzidas de 7,4% para 7,2%. A taxa de câmbio esperada em dezembro chega a R$ 4,20.

Crescimento
A projeção de instituições financeiras para a queda da economia este ano piorou mais uma vez e passou de 3,54% para 3,6%. Para 2017, a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país, foi reduzida de 0,5% para 0,44%. Para a produção industrial, a estimativa é de uma queda de 4,5% em 2016.
As perspectivas para o déficit em conta corrente, um dos principais indicadores das transações do Brasil com outros países, melhoraram e passaram de US$ 24,1 bilhões para US$ 21,2 bilhões, com o saldo da balança comercial em US$ 42,4 bilhões. Não houve alteração na projeção para os investimentos.


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2022-01-21 15:46:25 - 1642779985
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