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Ministério do Turismo começa a implantar por MG sistema de classificação da rede hoteleira nacional visando a Copa de 2014

A consultoria Sextante, contratada pelo Ministério do Turismo (Mtur) para elaborar a nova matriz de classificação de hospedagem do país, iniciou nesta segunda-feira (2 de agosto) uma série de vistorias em empreendimentos de Belo Horizonte e Ouro Preto. As inspeções, que serão realizadas em 25 empreendimentos e mais dez cidades, abrangendo todas as regiões brasileiras, visam a adequar o sistema de normatização à realidade prática da hotelaria nacional. O trabalho de campo, uma espécie de “test-drive” das regras, vai verificar se há necessidade de ajustes nos requisitos definidos para cada um dos sete tipos de empreendimentos e nos cinco padrões de estrelas, antes que eles entrem em vigor.
Atualmente não existe um sistema de classificação para a rede hoteleira no Brasil. O anterior, criado pela Deliberação Normativa 429, de 1992, pouco funcionava e foi revogado há alguns anos. Dessa forma, os meios de hospedagem no Brasil não têm como ser analisados ou atualizar sua avaliação. A intenção do Mtur agora, principalmente para cumprir as exigências para sediar a Copa do Mundo de 2014, é implantar o novo sistema até o final do ano.
O coordenador regional de Serviços Turísticos do órgão em Minas Gerais, Joaquim Pedro Cardoso Santos, informa que as novas regras serão regulamentadas juntamente com a Lei Geral de Turismo, aprovada em setembro de 2008.
O sistema em estudo divide os empreendimentos em hotel urbano; hotel-histórico; hotel-fazenda; resort; pousada; cama e café; e flat. Para a apuração das estrelas, são observados três princípios: rol mínimo de serviços, infraestrutura física e sustentabilidade. Os requisitos para cada definição, de acordo com o diretor da Sextante, Alexandre Garrido, foram construídos com base nas mais modernas classificações em funcionamento em outros países. Também a realidade brasileira e as propostas de toda a sociedade envolvida foram levados em consideração.
“O que faremos nesta etapa, em agosto, que é a avaliação-piloto, é verificar se os critérios são adequados. E começamos por Minas”, explica. A ideia é saber se algum item precisa ser excluído do texto, por não poder ser cumprido pelos estabelecimentos, por exemplo. Ou se outro deve ser incluído. Até a interpretação dos dados está sendo analisada, conforme Garrido.
Em Minas Gerais, seis empreendimentos servirão de modelo. Na capital, são os hotéis Liberty, avaliado ontem, e Brasil Palace, além dos flats Le Flamboyant e Max Savassi. Em Ouro Preto, estão na lista Pousada do Arcanjo e o hotel-fazenda Mirante do Café. A presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih-MG), Silvania Capanema, afirma que a nova matriz de classificação dará organização ao setor no país. Posteriormente, será criado um selo de qualidade, a fim de diferenciar os serviços e as particularidades de cada hotel.


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2020-08-14 22:23:53 - 1597443833
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